
O Ministro do STF, Gilmar Mendes, no final da sabatina no senado que o aprovou presidento do Supremo, quando foi fazer suas considerações e agradecimentos, reprovou o fim do Foro Privilegiado, recentemente aprovado na CCJ da Câmara Federal. Segundo ele a atividade política depende desse foro privilegiado e comentou:
“Não imagino que o presidente Lula poderia sair pelo Brasil afora sem a prerrogativa de foro. Teria de dar depoimento em todas as delegacias”.
Acho que vamos sentir saudades da Elen.
3 comentários:
Adriana,
Já estou com saudades da Ellen Gracie por antecipação.
Nada obstante, concordo duplamente com Gilmar Mendes.
A uma, porque bandido -- mesmo que seja o apedeuta -- tem que depor mesmo em todas as delegacias (terá sido ato falho da parte dele?).
A duas porque como já escrevi em outro post seu, sou favorável ao foro privilegiado.
Cara Adriana, quando não há caso explícito de favorecimento à impunidade por parte do Judiciário, como aconteceu em MT, há casos implícitos, cuja prática, segundo o alertatotal, o Ministro pratica. Vou transcrever o trecho:
"Vista do quê?
Mudando de assunto, o Gilmar Mendes detém o recorde de 51 processos em pedido de vista – o que atrasa o andamento das ações.
É seguido por Cezar Peluso (com 40) e Ricardo Lewiandowski (com 31 pedidos de vista).
Quando era do STF, Nelson Jobim era o campeão em retenção de processos, e chegou a ficar oito anos “vendo” um caso.
Não existe, em lei, qualquer punição estipulada para o ministro que descumprir os prazos."
Alô, Rô.
Os que citou são 'amigos' de D. Luis Inéscio. Sem surprêsa...
E, copiando Janer Cristaldo, de Mídia sem Máscara, que reclama para sí a criação do Apedeuta, o Lewiandowski é meu.
Entrou há poucos meses e já tem 31. Putz....
Postar um comentário