Por Leandro MazziniUm dos partidos procurados incessantemente nos últimos dias pelo PT, o PTB resolveu embarcar na candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB), na capital paulista. Vai dividido. Parte da turma topava uma chapa puro-sangue com Campos Machado e Arnaldo Faria de Sá.
O acordo deixou mais isolada ainda a candidatura de Marta Suplicy, que já perdeu: o bloquinho (PCdoB-PDT-PSB); o PRB, que vai com o comunista Aldo Rebelo; e o PR, de Valdemar Costa Neto, agora aliado do DEM. O PT confia na força do recall de Marta, ex-prefeita, mas corre o risco de vê-la minguar, sem o tempo de TV fruto de boa aliança, ao passo que Kassab e Alckmin poderão crescer nas pesquisas. Por outro lado, a entrada de Paulo Maluf (PP) e o fato de partidos da coalizão estarem distribuídos em outras chapas podem contribuir para uma pulverização dos votos e abrir caminho para Marta manter suas expectativas num eventual segundo turno. Mas uma certeza ela já tem. O PR não vai apoiá-la. Costa Neto anda furioso com o deputado Jilmar Tatto, da turma de Marta.
Comentário: A eleição de Marta Suplicy como prefeita paulista na, que já pareciam a ela favas contadas, está tomando novo rumo e na última pesquisa de opinião aparece tecnicamente empatada com Alckmin com a diferença de um ponto a seu favor. (Giulio Sanmartini)
2 comentários:
Alô, Giulio.
Entre os pensantes, em SP, recall de sexóloga é igual a zero. Entre os não pensantes, isto é, petistas, eu não sei. Nem me interessa. Só posso ter uma pequena certeza que a chance de ser prefeita é muito pequena. Mesmo com o duende trepando(epa) no palanque com ela. Talvez na India, se ela se candidatar lá. Porque lá, o tipo é sagrado...
Magu essa vai de curva, passou pelo Millôr, aquele lance que faz acender a lâmpada.
A Marta vai procurar uma saída de emergência.
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