Para começo de conversa é preciso esclarecer.
A convocação de um plebiscito só precisa no Congresso Nacional de maioria simples, mas precisa para ser realizado estar de acordo com as normas constitucionais, caso contrário, a Constituição precisa ser alterada por meio de um projeto de emenda constitucional, que necessita de dois terços de votos favoráveis dos parlamentares para sua aprovação.
Dito isso vamos ao que interessa.
Toda vez que o governo está no meio de um tiroteio com a oposição, como agora, quando é fustigado pela oposição para que autorize a quebra de sigilo dos gastos da Presidência da República, surge um porta-voz sugerindo um terceiro mandato para o presidente Lula.
Mesmo com as pesquisas de opinião, nas quais Lula acredita piamente, registrando, que apesar da maciça aprovação popular ao governo de Lula, que existe uma rejeição, igual à aprovação de Lula, à tentativa de mudar o jogo jogado para ele dispute um terceiro mandato.
O mensageiro da vez é o vice-presidente da República, empresário têxtil e ex-senador José Alencar, filiado ao minúsculo PRB, braço político da Igreja Universal do Reino de Deus – IURD.
Em entrevista à rádio Bandeirantes, sem ser indagado sobre o assunto, Alencar colocou na pauta a possibilidade de Lula continuar no cargo o mandato após 2010 “pela vontade de povo".
A declaração não teria muita importância, não fosse Alencar o vice-presidente da República.
Volta e meia vem à baila à defesa da proposta do terceiro mandato lançada pelo deputado federal Devanir Ribeiro (PT-SP), íntimo de Lula desde os tempos de sindicalismo.
Subliminarmente, o presidente Lula, em suas 17 viagens desde janeiro, tem deixado escapar a idéia.
Alencar sutilmente disse:
- O Lula tem feito muito. Mas falta muito por fazer. Sou um democrata. Não aceitamos conversar outra coisa que não seja discutir a democracia. O Lula deseja fazer o seu sucessor. Mas eu digo que se perguntar aos brasileiros, o que os brasileiros desejam é que o Lula fique mais tempo no poder. Porque está bem o Lula, vai bem o Lula. Raramente encontramos um cidadão como ele para dirigir o país.
Em seu "lero-lero", Alencar diz que não aceita conversar outra coisa que não dentro dos parâmetros democráticos, mas aceita discutir a mudança do jogo jogado.
A pergunta que não quer calar é porque teria Alencar introduzido o tema na entrevista.
Só existem duas respostas plausíveis:
A declaração tem o objetivo de desviar o foco do debate ou existe mesmo a intenção do terceiro mandato?
O mensageiro da vez é o vice-presidente da República, empresário têxtil e ex-senador José Alencar, filiado ao minúsculo PRB, braço político da Igreja Universal do Reino de Deus – IURD.
Em entrevista à rádio Bandeirantes, sem ser indagado sobre o assunto, Alencar colocou na pauta a possibilidade de Lula continuar no cargo o mandato após 2010 “pela vontade de povo".
A declaração não teria muita importância, não fosse Alencar o vice-presidente da República.
Volta e meia vem à baila à defesa da proposta do terceiro mandato lançada pelo deputado federal Devanir Ribeiro (PT-SP), íntimo de Lula desde os tempos de sindicalismo.
Subliminarmente, o presidente Lula, em suas 17 viagens desde janeiro, tem deixado escapar a idéia.
Alencar sutilmente disse:
- O Lula tem feito muito. Mas falta muito por fazer. Sou um democrata. Não aceitamos conversar outra coisa que não seja discutir a democracia. O Lula deseja fazer o seu sucessor. Mas eu digo que se perguntar aos brasileiros, o que os brasileiros desejam é que o Lula fique mais tempo no poder. Porque está bem o Lula, vai bem o Lula. Raramente encontramos um cidadão como ele para dirigir o país.
Em seu "lero-lero", Alencar diz que não aceita conversar outra coisa que não dentro dos parâmetros democráticos, mas aceita discutir a mudança do jogo jogado.
A pergunta que não quer calar é porque teria Alencar introduzido o tema na entrevista.
Só existem duas respostas plausíveis:
A declaração tem o objetivo de desviar o foco do debate ou existe mesmo a intenção do terceiro mandato?



































